A rede social LinkedIn, mais voltada para os perfis profissionais, deverá entrar em Bolsa nos próximos meses, indica o “The Wall Street Journal”. A maior rede social do momento, o Facebook, só deverá fazer o mesmo em Abril de 2012.

Sem identificar as suas fontes, o diário económico norte-americano assegura que a rede profissional LinkedIn, com sede na Califórnia, está a preparar uma Oferta Pública de Venda de acções com o objectivo de entrar em Bolsa ainda durante o primeiro trimestre deste ano.
Os bancos que estão a trabalhar com o LinkedIn nesta operação são os gigantes Bank of America Merrill Lynch, JPMorgan Chase e Morgan Stanley.
Esta informação foi conhecida poucos dias depois de o banco Goldman Sachs ter investido 500 milhões de dólares na rede social Facebook. Também hoje o “The Wall Street Journal” indica que a empresa de Mark Zuckerberg passará a ficar cotada em bolsa em Abril de 2012, depois de saber que o Facebook enviou um relatório de cerca de cem páginas a diversos investidores, a fim de ir preparando o caminho.
As empresas tecnológicas estão a começar a dar o salto para o mercado bolsista. O Facebook, em concreto, vai ultrapassar este ano os 500 investidores estando por isso obrigado, de acordo com as leis norte-americanas, a sair em Bolsa e a revelar parte da sua informação financeira, a fim de a Administração norte-americana e as autoridades nacionais poderem controlar o seu desenvolvimento.
O “The New York Times” escreveu ontem, citando fontes do próprio Facebook, que alcançou, em 2010, um lucro de 400 milhões de dólares (cerca de 307 milhões de euros) e um volume de negócios de cerca de dois mil milhões de dólares (mais de 1536 milhões de euros).
Fonte: Jornal Público
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As redes sociais cresceram e aumentaram a sua popularidade nos últimos anos. Facebook, Twitter, Linkedin, MySpace – estes são alguns dos sites de redes sociais e serviços que se tornaram mais populares nos últimos anos. O que quer dizer que cada vez mais pessoas passam cada vez mais tempo nas redes sociais.
Adicionalmente, os maiores alvos das redes sociais são os adolescentes e os adultos de 20 e 30 anos. Isto significa que os estudantes estão filados nas redes sociais, o que cria um impacto na gestão do seu tempo. Também quer dizer que a maioria dos trabalhadores que têm acesso a computadores no seu local de trabalho se regista nas redes sociais e estão nestes sites enquanto trabalham.
Desde o início das redes sociais, muitas questões se levantaram no que diz respeito ao tempo que as pessoas gastam com elas, e que impacto é que eles têm no indivíduo. Agora, as questões prendem-se mais com a perda de competitividade gerada pelas redes sociais e como é que isso se traduz em dinheiro.
No que diz respeito aos estudantes, estudos revelaram que muitos pais se queixam de que o incremento das redes sociais está a distrair as crianças especialmente entre os 10 e os 17 anos, que as utilizam fundamentalmente entre os 13 e os 17. No mundo do trabalho, contudo, empresários têm colocado questões sobre o impacto das redes sociais nos seus colaboradores e respectiva produtividade. Também expressam preocupação quanto ao tempo gasto nas redes sociais e o seu impacto nos lucros das empresas.
Por esta razão, nos últimos anos muitas organizações realizaram estudos sobre o tempo gasto nas redes sociais e como é que o mesmo se reflecte na produtividade e, consequentemente, nos lucros.
Uma história recente publicada no Indian Express revela que uma companhia perde anualmente uma grande quantidade de dinheiro (Rs 1.4) devido ao tempo que os seus colaboradores gastam nas redes sociais. A pesquisa foi conduzida por um portal de uma cidade indiana. Outros estimaram perdas de produtividade na ordem dos 12,5%. Estar ligado às redes sociais tem sido considerado por empresas à escala global como uma desvantagem.
Contudo, e apesar dos prejuízos que as companhias enfrentam, as redes sociais são uma necessidade não apenas para os colaboradores como para os próprios negócios. A maioria dos negócios depende também das redes sociais para aumentar a sua visibilidade. Na maior parte das vezes, as pessoas acreditam mais – nesta idade da internet – no reconhecimento boca-a-boca do que na publicidade. Por isso, a abordagem das companhias à publicidade está também a mudar. Este sistema força as empresas a contratar pessoa para vender os seus produtos e serviços através dos novos meios. Assim, os negócios encorajam o aprofundamento das relações entre os seus clientes e empregados.
Ao fim e ao cabo, pode ser justo dizer-se que as empresas têm um preço a pagar por os seus colaboradores estarem nas redes sociais, mas é também importante lembrar que tal se tornou uma necessidade nestes dias e nesta era.
Autor: echovme
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O web marketing é, para principiantes, um verdadeiro oximoro e isto porque se é verdade que será fácil ter uma ideia sobre os conceitos por trás do web marketing, executar estratégias eficientes é extraordinariamente difícil.
Uma boa estratégia é um desafio para aqueles com larga experiência neste planeta do web marketing. Com este pensamento, este texto tentará explicar o conceito da publicidade e marketing na internet e definir alguns métodos básicos que poderão auxiliar um empresários a lançar a sua campanha web. Iremos coligir ideias para criar um website, colocar banners publicitários, enviar e-newsletters, orquestrar uma campanha publicitária por email e fazer optimização de um site para os motores de busca.
Um dos primeiros e básicos passos para se lançar uma campanha na web é a criação de um site. Se não o tiver ou se o seu site tiver um design pobre, deve ponderar criar ou redesenhá-lo para promover adequadamente os seus produtos ou serviços.
Se não tem experiência em webdesign, existem pacotes de software que poderão ajudar quem não tenha experiência. No entanto, o melhor é recorrer a profissionais de webdesign para criar um site profissional, apelativo e adequado aos vossos produtos e serviços.
Banners publicitários são outra das formas normais de promover o seu negócio na internet. Os banners aparecem geralmente no topo do site, podendo contudo aparecer noutros formatos ao longo do conteúdo. Os banners publicitários incluem gráficos e texto que apelam aos utilizados para clicarem no anúncio. Quando uma pessoa clica é redireccionada para o site do anunciante. Este tipo de publicidade pode ser muito eficiente quando é tido o cuidado de colocar os banners em sites com muitas visitas, sites esses que são verdadeiros imãs para um visitante que possa ter curiosidade sobre os vossos produtos ou serviços.
O envio de e-newsletters faz também parte de uma estratégia de eficaz de marketing online. As e-newsletters são fundamentalmente emails que podem aglomerar uma variedade de informação como artigos, questionários úteis, promoções relevantes ou qualquer outro tipo de informação que vá ao encontro das necessidades dos que a recebem.
A importância destas e-newsletter é que elas podem ser utilizadas como instrumentos publicitários, não sendo no entanto entendidas como tal pelos destinatários. Uma forma de o conseguir é incluir links ou outras abordagens subtis de venda no conteúdo das newsletters. No entanto, cuidado para manter essas referências a um mínimo para que a e-publicação não seja considerada spam.
As campanhas de email marketing podem ser outro bem sucedido aspecto de uma campanha de e-marketing, mas envolvem enviar mensagens a um grupo de pessoas que podem estar ocupados com os seus próprios produtos e serviços. São necessários cuidados especiais para não enviar emails que não tenham sido solicitados e que possam vir a ser considerados spam. Uma técnica para o fazer é a de apenas enviar emails a utilizadores que tenham solicitado a sua inclusão numa mailing list. Outro método é enviar texto juntamente com a publicidade, o que pode ser complementado com recomendações e outros dados que sejam úteis aos destinatários.
Por último, optimizar o seu site para motores de busca como o Google é um aspecto fundamental para campanhas de e-marketing ou publicidade. Procure nos motores de busca o ranking das palavras-chave em termos de qualidade e relevância, uma vez que a maioria dos utilizadores confiam nesses motores de busca para encontrarem os melhores sites para um determinado produto ou serviço. Isto quer dizer que o mais provável é que os utilizadores apenas visitem sites que estejam no topo dos motores de busca. Subsequentemente se o seu site não tiver uma boa posição no ranking dos motores de busca, o mais certo é não gerar um número significativo de novos visitantes. Os sites que conseguirem chegar ao topo dos rankings de motores de busca e à primeira página da busca conseguirão um aumento do seu tráfico e um consequente retorno.
mkgenious18
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